quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Mais um pra você
Se acomodar é como sofrer calada, mas de que me adianta gritar se já não tenho voz? Fugir não faz mais sentido, a cada passo que dou pra frente, volto dois pra trás. Folhas não têm sido suficientes, as palavras já não formam versos como antes, se confundem com esse turbilhão de sentimentos e se tornam incompreensíveis! Tento dizer tudo sem dizer nada! E que decepção seria se eu conseguisse falar, de nada adiantaria, você já não quer me escutar. Hoje entendo a indiferença como o pior tipo de rejeição.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
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Esses dias tenho me perguntado muito o porquê das coisas! Porque eu faço as coisas que faço, porque eu gosto de certas pessoas, porque eu freqüento certos lugares... Por acreditar fielmente que a maioria das coisas simplesmente não tem um porque, eu nem perco muito tempo tentando achar respostas, fico só pensando mesmo... Mas hoje o dia foi um daqueles que você já acorda pedindo pelo amor de deus pro dia acabar! Já estava chateada e tudo que podia acontecer pra piorar aconteceu. São pessoas, são situações, são decepções, são complicações, sentimentos, pensamentos e enfins... Então descobri porque eu escrevo. Descobri a forma que eu tenho de dizer tudo aquilo que fica engasgado, que eu não tenho coragem de dizer, tudo aquilo que eu queria gritar e não posso. Escrever é como desabafar com alguém que você confia muito, a única diferença é que o papel não vai te dar a opinião dele a respeito do acontecido! Às vezes a minha vontade é de escrever cartas direcionadas a certas pessoas, escrever tudo que eu gostaria de dizer pra pessoa e ficou entalado... Mas essa coragem ainda me falta, só sei falar por metáforas, jogar umas indiretas e ficar esperando que a pessoa entenda que aquilo tudo é pra ela... Um saco, mas serve muito pra alguém que não consegue mais falar nada por medo do que pode acontecer.
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