terça-feira, 18 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Para que servem as fossas?
Se tem uma coisa, que não é ressaca, que acaba com a gente, deixa a gente mal, com a cara inchada, sem disposição, meio de mau humor e definitivamente detona qualquer dieta é fim de relacionamento!
Eu estou na fase de achar que nunca mais vou namorar na vida que é pra não ter que passar por isso de novo. E não adianta aquelas milhões de pessoas falando que vai passar, que é assim mesmo, que ele não te merecia (nessas horas nem o melhor príncipe encantado do mundo te merece), que você já passou por isso antes e blá blá blá. A verdade é que enquanto não passar vai doer, e enquanto doer você não quer ouvir nenhuma dessas frases motivantes ridículas que você já cansou de usar com seus amigos mesmo sabendo que não adiantaria muita coisa.
É bem verdade que para os amigos essa fase também não é lá uma das melhores, você passa a não ser uma boa companhia para sair, só fala e pensa na pessoa, mas também é melhor não ficar sozinha em casa. Qualquer palavra dita em uma hora errada pode ser fatal! Ouvir música?? Nem pensar!!!! Todas vão estranhamente se tornar a trilha sonora do fim do seu namoro, é bem capaz que até Rebolation tenha alguma frase que te faça lembrar o quanto é difícil terminar um namoro. Ficar com o celular em mãos? Furada! Só dele pensar em começar a tocar você já esta com o coração na boca e nem se iluda, sempre vai ser a operadora te oferecendo um novo plano muito mais em conta para você falar quase de graça com o namorado QUE VOCÊ NÃO TEM MAIS!
E não adianta tentar fugir, o fato é que é assim e não tem jeito. Mas foi exatamente quando eu já estava perdendo as esperanças de ouvir algo verdadeiramente motivante que surgiu minha querida Tia em minha vida "já um tanto sofrida". Lá estavamos nós, conversando, rindo, falando besteira e nos distraindo quando eu resolvi falar: "Pois é Tia, agora eu to aqui né, curtindo minha fossa... fazer o que..."
E então a genialidade em pessoa respondeu: "Minha filha, fossa foi feita pra cagar e não pra curtir"
Se eu falar qualquer coisa além de que esse foi o momento em que eu me senti literalmente na merda eu estragaria o momento! Depois chamam Freud de filósofo...
Eu estou na fase de achar que nunca mais vou namorar na vida que é pra não ter que passar por isso de novo. E não adianta aquelas milhões de pessoas falando que vai passar, que é assim mesmo, que ele não te merecia (nessas horas nem o melhor príncipe encantado do mundo te merece), que você já passou por isso antes e blá blá blá. A verdade é que enquanto não passar vai doer, e enquanto doer você não quer ouvir nenhuma dessas frases motivantes ridículas que você já cansou de usar com seus amigos mesmo sabendo que não adiantaria muita coisa.
É bem verdade que para os amigos essa fase também não é lá uma das melhores, você passa a não ser uma boa companhia para sair, só fala e pensa na pessoa, mas também é melhor não ficar sozinha em casa. Qualquer palavra dita em uma hora errada pode ser fatal! Ouvir música?? Nem pensar!!!! Todas vão estranhamente se tornar a trilha sonora do fim do seu namoro, é bem capaz que até Rebolation tenha alguma frase que te faça lembrar o quanto é difícil terminar um namoro. Ficar com o celular em mãos? Furada! Só dele pensar em começar a tocar você já esta com o coração na boca e nem se iluda, sempre vai ser a operadora te oferecendo um novo plano muito mais em conta para você falar quase de graça com o namorado QUE VOCÊ NÃO TEM MAIS!
E não adianta tentar fugir, o fato é que é assim e não tem jeito. Mas foi exatamente quando eu já estava perdendo as esperanças de ouvir algo verdadeiramente motivante que surgiu minha querida Tia em minha vida "já um tanto sofrida". Lá estavamos nós, conversando, rindo, falando besteira e nos distraindo quando eu resolvi falar: "Pois é Tia, agora eu to aqui né, curtindo minha fossa... fazer o que..."
E então a genialidade em pessoa respondeu: "Minha filha, fossa foi feita pra cagar e não pra curtir"
Se eu falar qualquer coisa além de que esse foi o momento em que eu me senti literalmente na merda eu estragaria o momento! Depois chamam Freud de filósofo...
domingo, 2 de maio de 2010
Profissão: Escritor
As vezes acontece mesmo de dar uma travada! Sento na frente do computador ou então na cama com meu caderno e nada sai.
Eu quero escrever, até tenho histórias para contar, mas não sai.
Então vou ouvir uma música, vou assistir um filme, vou ler... e nada sai.
Semanalmente minha Tia guarda a revista do O Globo para eu ler as crônicas da Martha Medeiros, e é exatamente quando eu leio as crônicas SEMANAIS dela que eu me pergunto: Como?
Se eu tivesse a oportunidade de escrever semanalmente para uma revista ou para um jornal seria uma felicidade sem igual, mas como alguém tem coisas pra contar toda semana? E aquelas semanas que nada demais acontece? Ou então o que acontece não é exatamente o tipo de coisa que você gostaria de compartilhar? É como o pintor que não tem inspiração, ou como um ator que não consegue desenvolver sua personagem, um professor que não tem uma ótima idéia para dar sua aula... Acho que em qualquer profissão estamos sujeitos a passar pelo momento do trave!
É... amo escrever, mas assumo que hoje em dia meu maior desafio seria escrever algo bom semanalmente. E digo mais, prazos me aterrorizam de tal forma que mesmo que eu tivesse idéias pra escrever um livro inteiro eu não conseguiria passar pro papel! Se alguém tiver dicas, métodos ou até macumbas para destrave de escrita, por favor, não hesite em me contar. Não que eu precise urgentemente, mas nunca se sabe...
Esse mês estou tendo pela primeira vez o desafio de escrever um texto sobre um tema que me pediram pra escrever, quase um texto encomendado! Também é algo que eu nunca tinha feito, mas tem sido uma experiência boa, pesquisar, ir atrás para fazer um bom trabalho, me informar mais. Acho que isso tudo faz parte do crescimento de um aspirante a escritor. Sim, acho que já consigo assumir que gostaria de ser escritora. Mas não contem pra ninguém.
Hoje vou ficando por aqui, muito triste por não ter conseguido fazer nenhuma das minhas piadinhas ou ter terminado o texto de uma forma pelo menos um pouco imprevisível, mas vou encarar isso mais como um desabafo do que como um texto e espero que agora consiga voltar a escrever, afinal, tudo é motivo pra escrever. O motivo de eu ter escrito esse texto? Não aguentava mais entrar no meu blog e ser obrigada a ler "Eu fui!!" como o primeiro título de texto, me fez perceber que eu sou péssima com títulos!
Eu quero escrever, até tenho histórias para contar, mas não sai.
Então vou ouvir uma música, vou assistir um filme, vou ler... e nada sai.
Semanalmente minha Tia guarda a revista do O Globo para eu ler as crônicas da Martha Medeiros, e é exatamente quando eu leio as crônicas SEMANAIS dela que eu me pergunto: Como?
Se eu tivesse a oportunidade de escrever semanalmente para uma revista ou para um jornal seria uma felicidade sem igual, mas como alguém tem coisas pra contar toda semana? E aquelas semanas que nada demais acontece? Ou então o que acontece não é exatamente o tipo de coisa que você gostaria de compartilhar? É como o pintor que não tem inspiração, ou como um ator que não consegue desenvolver sua personagem, um professor que não tem uma ótima idéia para dar sua aula... Acho que em qualquer profissão estamos sujeitos a passar pelo momento do trave!
É... amo escrever, mas assumo que hoje em dia meu maior desafio seria escrever algo bom semanalmente. E digo mais, prazos me aterrorizam de tal forma que mesmo que eu tivesse idéias pra escrever um livro inteiro eu não conseguiria passar pro papel! Se alguém tiver dicas, métodos ou até macumbas para destrave de escrita, por favor, não hesite em me contar. Não que eu precise urgentemente, mas nunca se sabe...
Esse mês estou tendo pela primeira vez o desafio de escrever um texto sobre um tema que me pediram pra escrever, quase um texto encomendado! Também é algo que eu nunca tinha feito, mas tem sido uma experiência boa, pesquisar, ir atrás para fazer um bom trabalho, me informar mais. Acho que isso tudo faz parte do crescimento de um aspirante a escritor. Sim, acho que já consigo assumir que gostaria de ser escritora. Mas não contem pra ninguém.
Hoje vou ficando por aqui, muito triste por não ter conseguido fazer nenhuma das minhas piadinhas ou ter terminado o texto de uma forma pelo menos um pouco imprevisível, mas vou encarar isso mais como um desabafo do que como um texto e espero que agora consiga voltar a escrever, afinal, tudo é motivo pra escrever. O motivo de eu ter escrito esse texto? Não aguentava mais entrar no meu blog e ser obrigada a ler "Eu fui!!" como o primeiro título de texto, me fez perceber que eu sou péssima com títulos!
quarta-feira, 17 de março de 2010
Eu fui!!
Tem cada banda "das antigas" vindo para Brasília que eu tive que adotar um critério de compra de ingressos. Eu me pergunto se a banda tem condições de voltar ao Brasil antes de algum integrante morrer. Se a resposta for negativa eu saio correndo e compro o ingresso, o que acabou me levando ao show do A-ha (não que eles estejam dentro do critério morte, mas já que anunciaram o fim da banda, é quase uma morte...)!
Nem conheço muita coisa deles, mas só de ouvir aquele tecladinho sagaz típico das bandas dos anos 80 e, claro, ouvir a clássica Take on me ao vivo já é válido.
Quem mora em Brasília sabe que show no Ginásio Nilson Nelson é arriscado, o som nunca está bom. Com o A-ha não seria diferente, som estranho, não se ouve tudo com muita nitidez. Isso sem contar que lá pelas tantas Morten Harket, o vocalista, avisa que não está conseguindo cantar as músicas e conta com a boa vontade de seus fans para ajudá-lo até o final do show.
Como bons Brasileiros que somos, a grande maioria não entende absolutamente nada doque está sendo dito, mas sabemos fazer barulho, então gritamos em apoio a alguma coisa que não sabemos muito bem o que é.
Pela cara dele dava pra notar que estava sendo um tanto difícil continuar ali. De onde eu estava não dava pra ver nada com muita nitidez, até mesmo porque sou míope, mas quando mostraram um close do rosto de Morten no telão eu tomei um susto! Por um instante achei que eu estivesse em algum tipo de sessão mediúnica, não era possível que eu fosse a única que estava vendo aquilo, será que estaria ficando louca? Será que eu morri? Aquele não é Morten Harket, é Patrick Swayze que além de trocar de profissão veio me castigar por já ter escrito um texto levemente cômico sobre sua morte.
O susto durou pouco, logo entendi que tudo não passava de duas pessoas incrivelmente parecidas e uma pessoa sem óculos. Mas já que é pra falar eu confesso que além de aprender a não brincar com os mortos eu gostei do meu momento Demi Moore.
Agora que venha B.B. King que, com todo respeito, atende ao critério morte...
Nem conheço muita coisa deles, mas só de ouvir aquele tecladinho sagaz típico das bandas dos anos 80 e, claro, ouvir a clássica Take on me ao vivo já é válido.
Quem mora em Brasília sabe que show no Ginásio Nilson Nelson é arriscado, o som nunca está bom. Com o A-ha não seria diferente, som estranho, não se ouve tudo com muita nitidez. Isso sem contar que lá pelas tantas Morten Harket, o vocalista, avisa que não está conseguindo cantar as músicas e conta com a boa vontade de seus fans para ajudá-lo até o final do show.
Como bons Brasileiros que somos, a grande maioria não entende absolutamente nada doque está sendo dito, mas sabemos fazer barulho, então gritamos em apoio a alguma coisa que não sabemos muito bem o que é.
Pela cara dele dava pra notar que estava sendo um tanto difícil continuar ali. De onde eu estava não dava pra ver nada com muita nitidez, até mesmo porque sou míope, mas quando mostraram um close do rosto de Morten no telão eu tomei um susto! Por um instante achei que eu estivesse em algum tipo de sessão mediúnica, não era possível que eu fosse a única que estava vendo aquilo, será que estaria ficando louca? Será que eu morri? Aquele não é Morten Harket, é Patrick Swayze que além de trocar de profissão veio me castigar por já ter escrito um texto levemente cômico sobre sua morte.
O susto durou pouco, logo entendi que tudo não passava de duas pessoas incrivelmente parecidas e uma pessoa sem óculos. Mas já que é pra falar eu confesso que além de aprender a não brincar com os mortos eu gostei do meu momento Demi Moore.
Agora que venha B.B. King que, com todo respeito, atende ao critério morte...
quarta-feira, 10 de março de 2010
And the Oscar goes to...
Vou ser bem sincera, nunca tinha ouvido falar de Kathryn Bigelow antes da noite do oscar. Confesso que a situação não melhorou muito de lá pra cá, agora só sei que ela foi a primeira diretora a ganhar um oscar e que ela é sem dúvida um grande ícone, adorada e venerada por muitas, mas muitas mulheres mesmo. E vai por mim, o trabalho maravilhoso que ela fez como diretora é o que menos importa nesse momento.
Vamos falar a verdade, eu não sei como foi o relacionamento dela com James Cameron, não sei se eles são grandes amigos ou se se odeiam profundamente, mas a verdade é que isso não é exatamente o que me emocionou na noite de domingo.
O que eu achei o máximo foi que com muito menos dinheiro e em muito menos tempo ela conseguiu fazer um filme que agradou muito mais do que o filme de ninguém mais ninguém menos que o EX MARIDO dela!
Deve ser um sentimento sem igual poder olhar pra cara do seu ex (que não é qualquer ex, é o "King of the world") e dizer: "É, foi mal... MAS DESSA VEZ VOCÊ AFUNDOU COM SEU BARQUINHO". E melhor ainda foi poder ver a cara dele de quem estava realmente muito feliz por ter perdido não só o prêmio de melhor diretor como o de melhor filme e outros para sua querida ex esposa. Com aquela atuação, se ele fosse ator, ele seria no máximo indicado a pior ator pelo Framboesa de ouro.
Mas enfim, se ela teve ou não um sentimento, por menor que fosse, de: "se fu*** seu bosta" eu não sei, mas que milhares de mulheres se sentiram vingadas e amariam estar na pele dela, isso eu tenho certeza! Inclusive, se hoje abrissem as inscrições para um concurso de melhor discurso levemente sarcástico que vc diria para o seu ex enquanto o mundo inteiro te escuta, milhares de textos já estariam concorrendo e muitos ex já estariam sendo mandados pra Pandora, cada um com seu respectivo Avatar! Eu já escrevi o meu!
Vamos falar a verdade, eu não sei como foi o relacionamento dela com James Cameron, não sei se eles são grandes amigos ou se se odeiam profundamente, mas a verdade é que isso não é exatamente o que me emocionou na noite de domingo.
O que eu achei o máximo foi que com muito menos dinheiro e em muito menos tempo ela conseguiu fazer um filme que agradou muito mais do que o filme de ninguém mais ninguém menos que o EX MARIDO dela!
Deve ser um sentimento sem igual poder olhar pra cara do seu ex (que não é qualquer ex, é o "King of the world") e dizer: "É, foi mal... MAS DESSA VEZ VOCÊ AFUNDOU COM SEU BARQUINHO". E melhor ainda foi poder ver a cara dele de quem estava realmente muito feliz por ter perdido não só o prêmio de melhor diretor como o de melhor filme e outros para sua querida ex esposa. Com aquela atuação, se ele fosse ator, ele seria no máximo indicado a pior ator pelo Framboesa de ouro.
Mas enfim, se ela teve ou não um sentimento, por menor que fosse, de: "se fu*** seu bosta" eu não sei, mas que milhares de mulheres se sentiram vingadas e amariam estar na pele dela, isso eu tenho certeza! Inclusive, se hoje abrissem as inscrições para um concurso de melhor discurso levemente sarcástico que vc diria para o seu ex enquanto o mundo inteiro te escuta, milhares de textos já estariam concorrendo e muitos ex já estariam sendo mandados pra Pandora, cada um com seu respectivo Avatar! Eu já escrevi o meu!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Fracassado coisa nenhuma
Já escrevo no meu blog tem um bom tempo. Já mudei o layout, já tentei escrever poemas, já fiz textos horríveis, já fiz textos pra cortar os pulsos, já fiz coisas que gostei, já postei coisas que deletei... enfim, já teve de tudo aqui. Mas parece mesmo que não importa mudar ou não mudar, o jeito é assumir, poucas são as pessoas que realmente entram nesse blog, lêem os textos e deixam seus comentários.
No fundo sei que não posso culpar as pessoas, eu também não sou muito do tipo que entra nos outros blogs e deixa comentários como uma forma de divulgar o meu, ou então se coloco o endereço do meu blog no sub nick do MSN dura no máximo uma semana. O único lugar onde você sempre vai encontrar o endereço do meu blog é no meu orkut, outro lugar que as pessoas não olham muito.
Enfim, falei isso tudo porque tenho que confessar que até pouco tempo isso realmente me incomodava, principalmente quando escrevia textos pra pessoas específicas e essas nunca nem souberam que eu escrevo. Me perguntava porque as pessoas não entravam, não riam, não se identificavam ou até mesmo, na pior das hipóteses, não deixavam um recado dizendo que tinham achado tudo horrível e que era melhor eu dar graças a deus por tocar bateria e estudar artes plásticas, porque escrever não é meu forte. Mas graças a Deus, digo, ao BBB esse sentimento não me incomoda mais! Eu levei dez edições pra perceber que na verdade é o Bial quem implora pra ter BBB todo ano, pois essa, e somente essa, é a única chance que ele tem de mostrar os textos que ele escreve. Toda semana ele tem a árdua tarefa de escrever um texto (que por sinal está ficando cada vez maior) pra falar sem dizer quem é o participante que deixa a casa. Que atire a primeira pedra quem entende tudo que ele está querendo dizer! E depois a gente fica com a famosa espiadinha tentando entender onde estão os heróis de quem ele tanto fala.
Se você também tem um blog que considera fracassado e tudo isso ainda não te convenceu de que o seu caso não é o pior de todos, lembre-se, você nunca precisou confinar ninguém em uma casa pra ter certeza de que pelo menos aquelas pessoas vão ouvi-lá enquanto você lê o seu texto.
No fundo sei que não posso culpar as pessoas, eu também não sou muito do tipo que entra nos outros blogs e deixa comentários como uma forma de divulgar o meu, ou então se coloco o endereço do meu blog no sub nick do MSN dura no máximo uma semana. O único lugar onde você sempre vai encontrar o endereço do meu blog é no meu orkut, outro lugar que as pessoas não olham muito.
Enfim, falei isso tudo porque tenho que confessar que até pouco tempo isso realmente me incomodava, principalmente quando escrevia textos pra pessoas específicas e essas nunca nem souberam que eu escrevo. Me perguntava porque as pessoas não entravam, não riam, não se identificavam ou até mesmo, na pior das hipóteses, não deixavam um recado dizendo que tinham achado tudo horrível e que era melhor eu dar graças a deus por tocar bateria e estudar artes plásticas, porque escrever não é meu forte. Mas graças a Deus, digo, ao BBB esse sentimento não me incomoda mais! Eu levei dez edições pra perceber que na verdade é o Bial quem implora pra ter BBB todo ano, pois essa, e somente essa, é a única chance que ele tem de mostrar os textos que ele escreve. Toda semana ele tem a árdua tarefa de escrever um texto (que por sinal está ficando cada vez maior) pra falar sem dizer quem é o participante que deixa a casa. Que atire a primeira pedra quem entende tudo que ele está querendo dizer! E depois a gente fica com a famosa espiadinha tentando entender onde estão os heróis de quem ele tanto fala.
Se você também tem um blog que considera fracassado e tudo isso ainda não te convenceu de que o seu caso não é o pior de todos, lembre-se, você nunca precisou confinar ninguém em uma casa pra ter certeza de que pelo menos aquelas pessoas vão ouvi-lá enquanto você lê o seu texto.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Malditos trocadilhos
Dia quente, sol forte, um calor terrível e tudo que eu queria era ficar em casa embaixo do ventilador, mas não vai dar, tenho que ir na faculdade resolver problemas de matícula... Tudo bem, pior não vai ficar. É só eu sair, resolver tudo rapidinho e voltar pro conforto do meu ventilador. Ao sair descubro que o elevador está quebrado, maldita hora que fui dizer que não tinha como ficar pior. A verdade é que ninguém nunca morreu por causa de 4 andares de escadas e eu estou mesmo precisando me exercitar. Chego ao carro que não tem ar condicionado e estava no sol e então entro, em uma tentativa desesperada de me distrair e fingir que o calor não me incomodava eu liguei o rádio. Uma música estava para acabar e iria começar uma outra da Ana Carolina. Comecei a prestar atenção na letra até a hora que eu escuto: Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas, muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas.
Quem nunca ouviu um trocadilho tão ruim quanto esse põe o dedo aqui que já vai fechar! Não sou uma poetiza, muito menos compositora, mas vamos combinar, se ela ficasse mais uma meia hora tentando escrever essa música ela faria algo melhor. Mas tudo bem, depois de um certo tempo de carreira você já não precisa se preocupar tanto com a qualidade da música que vai cantar, olha o Roberto Carlos ai cantando funk. Não tenho nada contra a Ana Carolina, pelo contrário, acho que ela tem até coisas muito legais, mas esse trocadilho com certeza não é a melhor letra que ela já escreveu.
Resolvi tudo que eu tinha pra resolver, mas esse trocadilho não saia da minha cabeça. Quando cheguei em casa e lembrei que eu teria que subir os 4 andares de escada me toquei de que na verdade trocadilhos ruins é quase uma marca registrada da Ana Carolina e foi assim que subi cantando a música ELEVADOR: E eu subo bem alto pra gritar que é amor, eu vou de escada pra elevar a dor! Valeu por esse momento Ana Carolina.
Quem nunca ouviu um trocadilho tão ruim quanto esse põe o dedo aqui que já vai fechar! Não sou uma poetiza, muito menos compositora, mas vamos combinar, se ela ficasse mais uma meia hora tentando escrever essa música ela faria algo melhor. Mas tudo bem, depois de um certo tempo de carreira você já não precisa se preocupar tanto com a qualidade da música que vai cantar, olha o Roberto Carlos ai cantando funk. Não tenho nada contra a Ana Carolina, pelo contrário, acho que ela tem até coisas muito legais, mas esse trocadilho com certeza não é a melhor letra que ela já escreveu.
Resolvi tudo que eu tinha pra resolver, mas esse trocadilho não saia da minha cabeça. Quando cheguei em casa e lembrei que eu teria que subir os 4 andares de escada me toquei de que na verdade trocadilhos ruins é quase uma marca registrada da Ana Carolina e foi assim que subi cantando a música ELEVADOR: E eu subo bem alto pra gritar que é amor, eu vou de escada pra elevar a dor! Valeu por esse momento Ana Carolina.
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